O pedido chega e vira um plano de trabalho.
Antes de qualquer pesquisa, o Plannk reformula a pergunta como decisão de capital: se um canal compartilhado justifica investimento, sob qual contrato e até quando. Dela saem doze frentes de trabalho, da base de dados à modelagem do contrato.
Um investidor precisa decidir entre liderar os estudos, aguardar o leilão ou ficar de fora da concessão do canal de acesso ao Porto de Imbituba.
O plano mestre e o termo de dragagem mostraram o canal na cota de 17 metros desde 2014, e o investimento estimado ficou entre R$ 59 e 69 milhões










